A metodologia desta curadoria é cartografar os vídeosdanças já coletados do Acervo Mariposa e constatar, seguir e rastrear sua inserção nos festivais. André esteve em algum festival? Qual? Voltou na edição seguinte? Com qual vídeo? E Alexandre? E Cynthia? E as obras, também ganharam alcance, como? Mais de que modos de criação intrínsecos a linguagem, o propósito é tracejar a produção a medida em que isso possa sinalizar seus modos de invenção, uma vez que corpo, vídeo e também criação e produção não estão desconexos em se tratando de corpo e mídias.

Mercado e celeiro como formas políticas e estéticas de difusão da dança. Se a dança é corpo de seu próprio meio, é tecnologia de si, presta-se uma curadoria sobre suas formas de nomadismo dentre os festivais a fim de inventarmos olhos de ver o tráfego, trânsito, relações, continuidades e descontinuidades do processo da linguagem vídeodança no Brasil. Boa viagem.